23 de janeiro de 2010

Up In The Air

Ontem fui ver o Up In The Air (Nas Nuvens) com a C.C. Foi muito, muito giro. O filme e maravilhoso, muito bom mesmo, e divertimo-nos imenso.
A Anna Kendrick faz uma actuação fantástica, o filme tem imensa piada, principalmente por causa do «mundo do trabalho», e tem uma história realmente interessante.
O filme é sobre um homem, Ryan Bingham (George Clooney), que meteu na cabeça que tem que coleccionar o dez milhões de milhas de viagem, através das viagens de trabalho que faz (o moço trabalha para uma empresa que basicamente despede os funcionários das outras empresas, quando os chefes dessas outras empresas não têm coragem para despedir os funcionários. Confusos?). No início do filme é claro que ele se acha superior a todos, porque pensa que o facto de não ter «qualquer tipo de relação humana», apesar de estar rodeado de pessoas diariamente. O homenzito é muito bom no que faz, e adora viajar de avião, fá-lo «sentir em casa» (estas coisas entre aspas são as falas do filme. Menos a do mundo do trabalho, essa é por causa do xô Celso, o moçoilo extremamente sensual que nos dá palestras nas aulas de Área de Projecto).
Ora um dia chega lá uma Natalie não sei quantas (a nossa querida e brilhante Anna Kendrick), com uma ideia revolucionária: e se, em vez de viajarem para fazerem os despedimentos, os homenzitos da empresa não precisassem de saír do escritório, passando a despedir os outros através de video-conferência, mesmo que estivessem a quilómetros de distância? (Confusos?)
Numa das suas viagens, o Ryan encontra uma moça chamada Alex (a Vera Formiga xD), e vai daí começam a falar e tudo mais, e basicamente enrolam-se ("Moral da história, enrola-te com o primeiro homem que vires num bar qualuqer, porque podes vir a casar com ele." by: C.C xD ). Cada um deles segue o seu caminho e "prontos" (eu não digo que isto é só gente tarada?).
A idea proposta pela Natalie entra em marcha, mas o tal Ryan não acha muita piada à ideia, porque assim não vai poder coleccionar as suas milhas, então o manda-chuva lá do sítio, o chefe daquela gente toda, manda o Ryan e a Natalie irem «para a estrada», ou seja, vai junta-los para irem fazer os despedimentos "ao vivo", mesmo com a coisa das video-conferências em curso.
Entretanto, a Alex telefona ao Ryan e há imensas peripécias muito, muito, muuuito engraçadas pelo meio.
A relação da Alex e do Ryan começa a ficar mais séria, a tal ponto que o Ryan leva-a para o casamento da irmã e tudo mais. Ela volta para Chicago, que era onde ela vivia, e a Natalie sempre ali («No, I mean, I don't think of him that way, he's old! LOOOOL»).
Um dia, o Ryan vai visitar a Alex a casa e descobre que ela é casada e que tem um rancho enorme de filhos, e que para ela, ele nunca passou de «um escape». Basicamente, ele fica de rastos, e é muito interessante ver como um homem tão presumido e tão desligado dos outros no início pode ficar tão despedaçado no fim, é brilhante.
Ora, uma vez, uma mulher que tinha sido despedida pela Natalie (GO ANNA KENDRICK!!!!!) atira-se de uma ponte e morre. Ela fica extremamente perturbada e despede-se, passando a trabalhar para outra empresa, graças a uma carta de recomendação escrita pelo Ryan e tudo mais.
Fim da história.
É um filme muito, muito, muito interessante e muito, muito divertido, e eu aconselho toda a gente a ir ver, porque realmente vale a pena. As interpretações estão fabulosas, o argumento está espectacular (mas só há uma coisa: a banda sonora daquilo, esquece! É horrível). É um filme muito bom, mesmo.
A seguir ao filme eu e a C.C, que tinhamos combinado encontrarmo-nos com os nossos pais na Fnac, fomos ver um poster do Rob ( e babarmo-nos, basicamente). E qual não é a nossa surpresa, quando encontramos um poster lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, lindo, LINDO, da Lua Nova. Tinha o Edward, a Bella e o cão (enfim... todas as coisas boas precisam de um esplastro, não é?) à esquerda, e depois o Alec, a Jane, o Aro e um catrefada de moços vestidos de vermelho à direita. Escusado será dizer que foi a loucura. Comprámos, eu estava totalmente histérica por ir ter um poster com os Volturi e o Alec e a Jane, e a C.C estava a fazer uma corrida contra o tempo, e eu estava a ver que tinha de ir "empatar" o pai dela xD.
Espectáculo.
xoxo,
biiatrizcullen.

1 blablabla:

C.C. disse...

A moral não era exactamente assim! Mas também já não me lembro qual era xD
Btw, o meu poster é LINDO!!!
Beijos e obrigada pela companhia :D

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